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Em tempos pré-históricos, a floresta montanhosa ocupava um terço do atual território de Ruanda. Atualmente, a vegetação original está praticamente restrita aos três parques nacionais, já que o terraceamento para a agricultura domina todo o restante do país. A floresta Nyungwe, a maior extensão de mata remanescente, contém 200 espécies de árvores, entre orquídeas e begônias. A vegetação no Parque Nacional dos Vulcões é predominantemente composta de bambus e charnecas, com pequenas áreas de floresta. Por outro lado, o Parque Akagera tem um ecossistema de savana no qual a acácia domina a flora. Lá existe várias espécies de plantas raras ou ameaçadas de extinção, incluindo Markhamia lutea e Eulophia guineensis. A maior diversidade de mamíferos de grande porte é encontrada nos três Parques Nacionais, que são designados como áreas de conservação. Akagera contém animais típicos da savana, como girafas e elefantes, enquanto o Parque dos Vulcões é o lar de um terço da população mundial estimada de gorilas-das-montanhas. A floresta Nyungwe possui treze espécies de primatas, incluindo chimpanzés e macacos arborícolas do gênero Colobus; estes últimos se movem em grupos de até 400 indivíduos, sendo assim a espécie que forma o maior bando dentre todos os primatas da África (excetuando o Homo sapiens). Há 670 espécies de aves em Ruanda, com uma variação marcante entre as regiões leste e oeste do país. A floresta Nyungwe, no oeste, tem 280 espécies registradas, das quais 26 são endêmicas do Rifte Albertino; espécies endêmicas incluem Gallirex johnstoni e Pternistis nobilis.
Fontes: pt.wikipedia.org
== Demografia == Em 2015, o Instituto Nacional de Estatística de Ruanda estimou que a população de Ruanda seja de 11 262 564. O censo de 2012 registrou uma população de 10 515 973. A população é jovem: no censo de 2012, 43,3% da população tinha 15 anos ou menos e 53,4% entre 16 e 64. Segundo o CIA The World Factbook, a taxa anual de nascimentos é estimada em 40,2 nascimentos por mil habitantes em 2015, e a taxa de mortalidade em 14,9. A expectativa de vida é de 59,67 anos (61,27 anos para mulheres e 58,11 anos para homens), que é o 26º mais baixo de 224 países e territórios. A proporção sexual do país é relativamente uniforme. Com 408 habitantes por quilômetro quadrado, a densidade populacional de Ruanda está entre os maiores da África. Historiadores como Gérard Prunier acreditam que o genocídio de 1994 pode ser atribuído, em parte, a esta elevada densidade. A população é predominantemente rural, com algumas cidades grandes; as habitações estão uniformemente espalhadas por todo o país. As únicas áreas pouco povoadas do país são uma região de savana na antiga província de Umutara e o Parque Nacional Akagera, no leste do país. Quigali é a maior cidade, com uma população de cerca de um milhão de habitantes. Seu crescimento populacional desafia o desenvolvimento em infraestrutura. Outras cidades notáveis são Gitarama, Butare e Gissenhi, todas com população abaixo de 100 mil moradores. A taxa de urbanização aumentou de 6% em 1990, para 16,6% em 2006; em 2011, no entanto, a proporção caiu ligeiramente para 14,8%.
Fontes: pt.wikipedia.org
Ruanda é um estado unificado desde tempos pré-coloniais, e sua população é composta a partir de apenas um grupo étnico e linguístico, os baniaruandas; muito diferente da maioria dos estados africanos modernos, cujas fronteiras foram traçadas pelas potências coloniais e não correspondem às fronteiras étnicas ou dos reinos pré-coloniais. Dentro do povo baniaruanda, existem três grupos distintos, o hútus (84% da população em 2009), os tútsi (15%) e os tuás (1%). Estes últimos são um povo pigmeu que descendem desde os primeiros habitantes de Ruanda, mas os estudiosos não concordam sobre as origens e as diferenças entre os hútus e tútsis. O antropólogo Jean Hiernaux alega que os tútsis são uma etnia à parte, com uma tendência de "cabeças longas e rostos e narizes estreitos", outros, como Villia Jefremovas, acreditam que não há diferença física discernível e as categorias não foram historicamente rígidas. Na Ruanda pré-colonial os tútsis eram a classe dominante, da qual os Reis e a maioria dos chefes foram derivados, enquanto os hútus eram agricultores. O atual governo desencoraja a distinção hutu/tútsi/tuá, e removeu essa classificação das cédulas de identidade. A principal língua do país é quiniaruanda, que é falada pela maioria dos ruandeses. Os principais idiomas europeus durante a era colonial eram o alemão, e depois francês, que foi introduzido pela Bélgica e manteve-se como língua oficial e falada após a independência.
Fontes: pt.wikipedia.org
O afluxo de refugiados de Uganda e de outros lugares durante o século XX criou uma divisão linguística entre a população anglófona e o restante dos francófonos do país. Quiniaruanda, inglês, francês e suaíli são línguas oficiais atualmente. Quiniaruanda é a língua do governo e o inglês é o principal idioma utilizado no meio educacional. O suaíli, a língua franca da África Oriental, também é amplamente falado, particularmente nas áreas rurais. Além disso, os habitantes de ilha Nkombo falam amashi, um idioma intimamente relacionado com o quiniaruanda.
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)